quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Corolários da Relatividade.

Levando em consideração todos os pontos de vista possíveis no universo em todos os níveis de existência do universo, somos todos Um.

Somos Dentro e Fora. Somos Eu, Tu, Ele, Nós, Vós e Eles. Naquilo que sentimos ser Dentro de nós, nadamos em Respostas. Naquilo que sentimos ser Fora de nós, as Respostas nos são dadas de forma instantânea pelo universo. Elas vem obedecendo a um princípio: a Atração. O Universo nos percebe a medida que nos expressamos. Ele oferece em troca exatamente aquilo que é expressado. E assim temos sob medida e em proporção exata tudo aquilo que queremos. Ou seja, para o Universo, o que nós expressamos é o que nós queremos. Pensar é expressar-se para o Universo e, em troca do ato criador do expressar-se, ele nos brinda com Respostas.

Por essência, o universo é amigável. Isso leva a bons pensamentos.

Se o universo é amigável, ele me nota. Por ser meu amigo. Se ele me nota, me nota pra que? Ou será melhor, por quê? Deve de ter um objetivo. O que sei então? Sei que quando quero alguma coisa, alguma coisa acontece. O universo me dá. Ter sede é querer aguá. Naturalmente quando se tem sede beberá água. Se não beber morrerá, logo, deixará de existir. Mas enquanto estiver vivo e querer água, terá água. Basta querer que o universo possibilita. Desde bebes, treinamos para que o Universo responda cada vez melhor ao que queremos. Começamos querendo poder mover as coisas e analisa-las melhor e da forma que for possível. Nem que seja colocando na boca. Claro que isso no início. Essa grande mágica começa quando descobrimos que podemos fazer isso tudo. As mãos então ganham altíssima importância para nós, Deuses recem chegados. Da mesma forma que com as mãos, descobrimos o corpo que possuímos.

Mas esse corpo não somos Nós. Ele é nosso, mas não somos Nós. E ele morrerá. Nós não. O corpo é algo que não somos nós. E o que não somos nós, existe do lado de Fora de nós. Logo nosso corpo é algo externo a nós, como que um mecanismo, um instrumento. E o que está externo a nós, é o Universo!

O Universo faz o que queremos. Tenho uma roupa feita de Universo. E sei que esse corpo morre. Mas, também, por isso sei que não sou esse corpo. Só o estou usando por enquanto. Como um instrumento. Mas, pra quê? A princípio creio que, também, não ter um corpo seria chato. Bem chato. Quem esta vivo, esta vivo e tem uma vida. Consegue mover o que quiser com mãos, e andar pra onde quiser com pés, e falar o que quiser com cordas vocais. Quem não tem um corpo não pode fazer isso! Ainda bem que eu estou com o meu.

Mas e o resto do universo? Existem ainda tantas coisas e pessoas. E as outras pessoas, não seriam como eu?! Sendo, assim, o universo amigável também para elas. E faz o que elas querem, também. Como não haveria de ser igual para todos?

E se o que é externo a mim é universo então as outras pessoas também são o universo. São só outras roupas de universo! Resumindo: elas fazem exatamente o que eu quero. E, mudando de referencial, eu também faço tudo que elas querem. Pois eu sou elas. Assim como o universo é o reflexo do que Eu realmente sou em essência.

E assim criou-se essa brincadeira sincrônica chamada de vida, onde ela é o conjunto das interação de todos os pontos de inteligência, capazes de Criar, existentes na Terra

Então minha vontade, de uma forma ou de outra acaba influenciando o rumo dos acontecimentos daqui. Deste universo. A vontade age no universo de um modo parecido com o campo magnético de um imã. Ele influencia, com maior intensidade, aquilo que está mais próximo. Mas influencia, mesmo que em menor intensidade, no rumo da vida de todos os que existem. No Universo! Que responsabilidade há no simples ato de pensar, não!

Entre as pessoas, a afinidade é um dos parâmetro que ditam o mecanismo dos relacionamentos. Os afins se atraem. E os divergentes se isolam. Logo, pessoas que estão próximas a você tem um potencial maior de realizar aquilo que você quer, só podem ser, amigáveis a você. Pois elas simplesmente lhe ajudam. E assim se fazem os amigos.

Mas crer que, mesmo que pelas suas ações, uma pessoa pareça diferente de você, porque repeli-la? Isola-la? Não nos esqueçamos de que essa pessoa, segundo quem nos fez, é igual a mim e a você.

O ato de "isolar" é igual ao ato de "se isolar". Somos fundamentalmente Um. Isolando, não há interação. Não há resultado. De contra partida, a ideia se expande para todos os níveis de ações. Receber é ser recebido. Salvar é ser salvo. Fazer companhia é ser acolhido.

Tu és responsável por aquilo que cativas.

Como essência, as consequências de qualquer ato ecoam, como ondas, por todo o universo em direção ao infinito. Até que voltam. Para sua fonte. Por toda a eternidade. Até conseguirmos concebermos o que é a eternidade.

Um comentário:

Anônimo disse...

Muito bom mesmo. Obrigado!