A indulgencia ainda é um corolário do "Amor ao próximo". O detentor de tal virtude jamais julga mais severamente do que julgaria a si mesmo. Menos ainda condena em outro o que nele se desculpa. Essa é das virtudes, a mais rara de se presenciar nos dias de hoje em que a clarividência sobre a vida dos outros é tão utilizada em detrimento da análise dos próprios erros. Nobres e abençoados são os que se empenham em cultivar essa face tão clara do Amor universal pois essa é uma das melhores ferramentas de polimento do nosso próprio destino. Da mesma forma como agimos com os "filhos do universo" o universo agi conosco. Ser brando para com os erros alheios é ter abrandado a pena dos próprios erros.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
O Amor II (Indulgencia)
A indulgencia ainda é um corolário do "Amor ao próximo". O detentor de tal virtude jamais julga mais severamente do que julgaria a si mesmo. Menos ainda condena em outro o que nele se desculpa. Essa é das virtudes, a mais rara de se presenciar nos dias de hoje em que a clarividência sobre a vida dos outros é tão utilizada em detrimento da análise dos próprios erros. Nobres e abençoados são os que se empenham em cultivar essa face tão clara do Amor universal pois essa é uma das melhores ferramentas de polimento do nosso próprio destino. Da mesma forma como agimos com os "filhos do universo" o universo agi conosco. Ser brando para com os erros alheios é ter abrandado a pena dos próprios erros.
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